
sábado, 31 de maio de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Karla Danielle®
*
Aqui você encontra
uma deusa,uma louca
uma menina,uma mulher
quem sabe uma qualquer.
Qualquer plano
qualquer traço,
me embaraço
me desfaço
no cansaço
de ser oque se é.
*
Pus meu coração nas mãos de um homen,
Pus meu coração, minha emoção, minha razão...
Coloquei-me inteira de corpo e alma,
Pulsava minha vida em suas mãos ...
Mas ele nem notava.
Meu coração esmagava,
Nunca soube o quanto eu estava presa,
Entregue, rendida, indefesa.
Até de mim mesma,
Pois loucuras fiz.
E as faria novamente
Se pudesse eternamente,
Em seus braços ficar.
*
Porquê a rosa? Porquê é flor
Por puro e imenso amor. Porque é luz,é vida, é côr...
Por tudo e por nada. Sutil o fio da espada, que atravessa a força armada,feri e mata. Morrer... ah morrer de amor pela mais línda flôr, mas não morrer de fome, de miséria, de violência urbana. De depressão por não poder fazer nada, contra o golpe dessa espada, apontada para o meu pescoço. Um poço, um poço profundo, de lamúrias insolúveis. Pois já não há mais nada. Só o golpe da espada, que feri e mata.
Por isso rosa, rosas brancas da paz, rosas amarelas da amizade, rosas rubras do mais cálido amor, rosas da côr de rosa, da inocência pueril que comigo tráz a esperança do amor entre as nações...
Karla Danielle.®
Blog: Rosas Cálidas
Aqui você encontra
uma deusa,uma louca
uma menina,uma mulher
quem sabe uma qualquer.
Qualquer plano
qualquer traço,
me embaraço
me desfaço
no cansaço
de ser oque se é.
*
Pus meu coração nas mãos de um homen,
Pus meu coração, minha emoção, minha razão...
Coloquei-me inteira de corpo e alma,
Pulsava minha vida em suas mãos ...
Mas ele nem notava.
Meu coração esmagava,
Nunca soube o quanto eu estava presa,
Entregue, rendida, indefesa.
Até de mim mesma,
Pois loucuras fiz.
E as faria novamente
Se pudesse eternamente,
Em seus braços ficar.
*
Porquê a rosa? Porquê é flor
Por puro e imenso amor. Porque é luz,é vida, é côr...
Por tudo e por nada. Sutil o fio da espada, que atravessa a força armada,feri e mata. Morrer... ah morrer de amor pela mais línda flôr, mas não morrer de fome, de miséria, de violência urbana. De depressão por não poder fazer nada, contra o golpe dessa espada, apontada para o meu pescoço. Um poço, um poço profundo, de lamúrias insolúveis. Pois já não há mais nada. Só o golpe da espada, que feri e mata.
Por isso rosa, rosas brancas da paz, rosas amarelas da amizade, rosas rubras do mais cálido amor, rosas da côr de rosa, da inocência pueril que comigo tráz a esperança do amor entre as nações...
Karla Danielle.®
Blog: Rosas Cálidas
quinta-feira, 22 de maio de 2008
segunda-feira, 19 de maio de 2008
VISÃO
Quando te vejo
Meu dia se ilumina
tua presença doce me fascina
teu sorriso me anima, alucina
e minha tristeza logo se termina.
Quando te vejo
Meu coração como pluma fica leve
Minh'alma branqueja como neve
meus olhos te seguem de um lado a outro
minha dor se abranda, torna-se breve.
Monumento de beleza interna e externa
meiguice quase pura aparência terna
tranqüilidade que nunca se altera
e um mistério em ti encerra...
Não sei se por trás disso tudo
está a bela ou a fera, só sei que
Quando te vejo
meu metabolismo se altera,
e minha felicidade tudo supera.
©Valter Montani
Blog: Valter Poeta
Meu dia se ilumina
tua presença doce me fascina
teu sorriso me anima, alucina
e minha tristeza logo se termina.
Quando te vejo
Meu coração como pluma fica leve
Minh'alma branqueja como neve
meus olhos te seguem de um lado a outro
minha dor se abranda, torna-se breve.
Monumento de beleza interna e externa
meiguice quase pura aparência terna
tranqüilidade que nunca se altera
e um mistério em ti encerra...
Não sei se por trás disso tudo
está a bela ou a fera, só sei que
Quando te vejo
meu metabolismo se altera,
e minha felicidade tudo supera.
©Valter Montani
Blog: Valter Poeta
sábado, 17 de maio de 2008
Sobre o seu sono
Deixa eu velar teu sono
espantar teus medos.
Apago a luz, mas deixo a estrela.
Quer que eu te cubra
com os meus cabelos?
Espíritos noturnos
não alcançarão teu leito.
Dorme, dorme,
eu tomo teus pesadelos,
coloco-os numa caixa
e transformo-os em vento.
Fecha teus olhos
que lá fora urram as horas
mas aqui dentro
eu é que comando os segundos
e teço o silêncio.
Dorme... dorme...
que quando a noite morre,
e teu despertar floresce
meu corpo descansa
no novo dia que amanhece.
Priscila Mondschein
Blog: "A arte é o lugar da liberdade perfeita..."
espantar teus medos.
Apago a luz, mas deixo a estrela.
Quer que eu te cubra
com os meus cabelos?
Espíritos noturnos
não alcançarão teu leito.
Dorme, dorme,
eu tomo teus pesadelos,
coloco-os numa caixa
e transformo-os em vento.
Fecha teus olhos
que lá fora urram as horas
mas aqui dentro
eu é que comando os segundos
e teço o silêncio.
Dorme... dorme...
que quando a noite morre,
e teu despertar floresce
meu corpo descansa
no novo dia que amanhece.
Priscila Mondschein
Blog: "A arte é o lugar da liberdade perfeita..."
segunda-feira, 12 de maio de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Mather Incorrigibile
É este estado intenso de gratidão e ternura.
De candura e silêncio. Esta fórmula simples
de quem se anula - e é forte - quase sempre;
(metade de todo o mundo seria pleno, perfeito,
para teus filhos galgarem compassos seguros
nos destinos que escolhesses rumo às alturas).
Este jeito imenso, passos lentos, baixa estatura.
O modo de abrandar - meu espírito impulsivo -
quando vergo o verbo quente e aceso pelas ruas.
É que me tens pelas mãos; sabes me dizer não
desde a infância distante, as lembranças puras.
É esta fortuna que trago. Nunca sei como pago
ao Dono de tudo; ter frutas frescas no deserto:
um bem cheio de mistérios...
.......................................em mãe se configura.
Walter Ramos de Arruda
De candura e silêncio. Esta fórmula simples
de quem se anula - e é forte - quase sempre;
(metade de todo o mundo seria pleno, perfeito,
para teus filhos galgarem compassos seguros
nos destinos que escolhesses rumo às alturas).
Este jeito imenso, passos lentos, baixa estatura.
O modo de abrandar - meu espírito impulsivo -
quando vergo o verbo quente e aceso pelas ruas.
É que me tens pelas mãos; sabes me dizer não
desde a infância distante, as lembranças puras.
É esta fortuna que trago. Nunca sei como pago
ao Dono de tudo; ter frutas frescas no deserto:
um bem cheio de mistérios...
.......................................em mãe se configura.
Walter Ramos de Arruda
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Para Sempre
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Carlos Drummond de Andrade
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Carlos Drummond de Andrade
segunda-feira, 5 de maio de 2008
sexta-feira, 2 de maio de 2008
As duas faces
O céu desperta límpido,
Pássaros fulguram o cenário,
E a alegria de viver,
Invade o peito martirizado.
Sob a luz da escuridão,
Uma brecha se instala ali,
Promovendo uma revolução,
De cores brilhantes e afins.
O arco íris estampa colorido,
Pois o cinzento não há,
Deixando o sorriso maroto,
Naquele rosto reinar.
O sol brilhante aquece,
Aquele frio cortante e gélido,
Sinais de fumaça dissipam,
Abrindo o azul figurativo.
Flávia Guimarães Nogueira Marinho
Comunidade, 28 de Abril de 2008
Pássaros fulguram o cenário,
E a alegria de viver,
Invade o peito martirizado.
Sob a luz da escuridão,
Uma brecha se instala ali,
Promovendo uma revolução,
De cores brilhantes e afins.
O arco íris estampa colorido,
Pois o cinzento não há,
Deixando o sorriso maroto,
Naquele rosto reinar.
O sol brilhante aquece,
Aquele frio cortante e gélido,
Sinais de fumaça dissipam,
Abrindo o azul figurativo.
Flávia Guimarães Nogueira Marinho
Comunidade, 28 de Abril de 2008
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